Vinhos Brancos

São elaborados a partir da fermentação tanto das uvas brancas como das escuras, neste caso as cascas das uvas são descartadas para que não interfiram na sua cor que varia do amarelo palha, geralmente presente nos vinhos leves e jovens, até cores mais intensas, dependendo da concentração do vinho. Assim, quanto mais intensa a cor do vinho, maior é o seu teor alcoólico e mais perfeito é o seu sabor.

As uvas do tipo Chardonnay, Sauvignon Blanc, Riesling (Itálica) e Semillon, são as tradicionalmente usadas na fabricação dos vinhos brancos.

Os vinhos brancos, sejam eles os jovens e frutados ou os encorpados e fermentados, são indicados para acompanhar pratos leves, como peixes grelhados, frutos do mar, massas leves e, até pizzas pouco condimentadas. Devem ser servidos gelados, sendo perfeitos para os dias e as noites mais quentes.

Vinhos Rosé

São elaborados, de modo geral, de duas formas: a partir de uvas escuras, cujas cascas ficam em contato com o suco das uvas por um período curto, mas suficiente para oferecer o tom rosado; ou a partir da mistura cuidadosa do vinho tinto com o vinho branco, prática bastante utilizada nos países do Novo Mundo e desprezada pelos países do Velho Mundo. Seu processo de fabricação é semelhante ao do vinho branco. Sua cor pode variar do salmão até a rosa que, por sua vez, vai da cor rosa mais clara até à cor cereja, dependendo do tipo de uva e do processo de fermentação.

As uvas do tipo Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Grenache, Merlot e Pinot Noir, são as tradicionalmente usadas na fabricação dos vinhos rosé.

Os vinhos rosé são indicados para acompanhar carnes magras grelhadas, frango assado, verduras gratinadas, massas italianas, charcutaria, entradas, tortilhas e omeletes. Devem ser servidos gelados e, como os brancos, são perfeitos para os dias e as noites mais quentes.

Vinhos Verdes

São produzidos exclusivamente na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, em Portugal, uma denominação de origem controlada, no território do Entre os rios Douro e Minho, no noroeste de Portugal, cuja demarcação remonta a 1908. Naturalmente leves e frescos, podem ser tintos, brancos, rosé e até mesmo espumantes. Seu nome, segundo alguns enófilos, é derivado do curto processo de maturação das uvas, com as quais são produzidos, e do breve período de seu armazenamento antes de serem engarrafados.

As uvas usadas na fabricação dos vinhos verdes possuem elevado teor de acidez, altos níveis de ácido málico, baixo teor alcoólico, baixo índice de açúcar e sabor muito mais leve e fresco. Elas são colhidas no ponto exato em que atingem um equilíbrio entre os ácidos, os açúcares, os taninos, os compostos aromáticos, bem como, o seu peso máximo.

Os vinhos verdes, sejam os tintos, brancos ou rosé, são indicados para acompanhar pratos simples, principalmente aqueles preparados com frutos do mar, peixes grelhados, carnes de porco, legumes, petiscos, sushi e sashimi. Devem ser servidos gelados e, como os brancos e os rosé, são perfeitos para dias e noites mais quentes.

Bom, colocamos os pratos indicados para cada tipo de vinho segundo os critérios técnicos. Vale a pena conferir. Mas, se não concordar, faça as suas escolhas. O que realmente vai definir a melhor harmonização, é o gosto pessoal. 

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Raquel Lima Egypto
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