Uma das cepas mais antigas e, ao mesmo tempo, uma das mais interessantes, da época atual.

Não há consenso sobre sua origem. Para alguns ela é nativa do Rhône, para outros foi trazida do Oriente Médio por um cavaleiro das Cruzadas, sendo nativa da cidade iraniana de Shiraz, daí o seu nome. Segundo uma lenda, o nome Shiraz diz respeito à expressão “Darou-é-Shah”, que significa o remédio do rei. O fato é que a cepa é, hoje, um ícone na Austrália (conhecida como Shiraz) e encontrada na Argentina, nos Estados Unidos, no Chile (onde é chamada Shiraz), em Portugal e no Brasil, nas regiões vinícolas do Vale do São Francisco e no sul do estado de Minas Gerais. É uma uva bastante influenciável pelo terroir, adquirindo sabores e características bem diferentes, dependendo da região onde é cultivada.

O vinho Syrah, típico do Velho Mundo, é medianamente escuro, de sabor concentrado, muitas vezes, com notas de terra, de modo geral, denso, esfumaçado e herbáceo. Já os do Novo Mundo são, geralmente, mais escuros, mais opacos, mais alcoólicos, mais frutados e com taninos mais intensos. Os aromas mais frequentemente associados são: framboesa, amora, ameixa, cereja, groselha, pimenta, canela, cravo, chocolate, baunilha, café, couro, fumo, menta, anis, flores selvagens e violetas.

As melhores harmonizações de um Shiraz acontecem com carne bovina, cordeiro, vitela, carne de porco e queijos duros e semiduros. Vai muito bem com temperos fortes como: alho, cebola, pimenta, mostarda, alecrim, tomilho e louro.

Armoniza com vinho

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Raquel Lima Egypto
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