Rainha das uvas tintas portuguesas, é a mais famosa e representativa da cultura do vinho português.

As regiões do Dão e do Douro, no norte de Portugal, reclamam a sua paternidade, mas a Touriga Nacional está espalhada, praticamente, por todo o país. Recentemente tornou-se internacional, sendo plantada em países do novo mundo como Austrália, Estados Unidos, Chile, África do Sul e Brasil, além da Espanha. É uma uva ao mesmo tempo floral e frutada, intensa e explosiva.

Seus aromas mais comuns remetem a violetas e a frutas maduras como amora, ameixa e mirtilo, apresentando, também, notas de alecrim, menta e chocolate escuro. A passagem em carvalho acrescenta, ainda, aromas de marshmallow, baunilha e noz moscada. É generosa quando usada em cortes, principalmente, com as uvas Aragonez, Tinta Roriz e Touriga Franca, ou até mesmo com cepas internacionais como Cabernet Sauvignon e Syrah. A Touriga Nacional é uma cepa muito vigorosa, mas de baixa produtividade, e é capaz de produzir vinhos encorpados, tânicos e equilibrados, com boas graduações alcoólicas, muita complexidade e excelente capacidade de envelhecimento. Os taninos são poderosos e robustos, mas ao mesmo tempo, delicados, finos e elegantes.

Seus vinhos tintos secos combinam perfeitamente com pratos agridoces de carnes com frutas, como lombo com abacaxi, farofa com maçãs e passas, e cordeiro com damascos. Já o vinho do Porto, harmoniza com chocolate, café, sobremesas à base de nozes e, também com queijos azuis, como Roquefort e Gorgonzola.

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Raquel Lima Egypto
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